• Black Instagram Icon

© 2017 by Luísa Peleja. Criado com amor por Bruna Zanella.

CONTATO:

LUÍSA PELEJA:

TEXTOS

14 May 2019

Nem tanto ao céu e nem tanto a terra. Começo esse texto assim, pois não gosto de extremos, apesar de o assunto em pauta tratar de um. O minimalismo é um movimento cuja principal premissa é se livrar do excesso. Desafiador, não é mesmo? Em um momento saturado de informação e estímulos vindo de todos os lados, saber o que é realmente necessário e resistir ao desejo de tanta coisa disponível parece uma realidade muito distante. Para a maioria ainda é, mas para alguns, não. 
Ninguém adere ao minimalismo por imposição. Não adianta tentar convencer ninguém. A consciência precisa ser despertada. É uma busca. Está ligada ao autoconhecimento. Saber diferenciar o que você quer do que você precisa. Simplificar, pausar. Organizar a desordem interna e externa causada por esse bombardeio de informações e provocações que nos instigam a ter algo para preencher espaços em nossas vidas e casas que não serão utilizados. Preencher com o quê mesmo? Nesse sentido, o minimalismo é o despertar da consciência...

16 Apr 2019

Não há um dia da minha vida em que não veja em portais de notícias, Instagram, LinkedIn ou Facebook algo que envolva assuntos feministas. Fico feliz e orgulhosa de ler e participar desse fervor de homens e mulheres contribuindo pela igualdade de gênero, pela diminuição da taxa de feminícidos e de assédios. Mais do que isso, adoro assistir e fazer parte dessa corrente de mulheres que lutam em prol uma das outras, dando de alguma forma, suporte moral e emocional a todas que já sofreram ou foram lesadas. Toda luta marca um período importante dessa história que teve início há décadas e que temos dado continuidade em busca de uma igualdade que há de chegar para nós em todos os âmbitos. Como toda e qualquer luta, cada pessoa utiliza de suas armas e toma a frente daquilo que mais se habilita. Tudo é legítimo e posto. Quem sou eu para julgar. Admiro, me orgulho, mas peço licença para dizer que a severidade de algumas bandeiras e colocações me assusta. Queremos igualdade, mas devemos lembrar qu...

16 Apr 2019


Lembro bem quando ganhei o primeiro salário de estagiária. Eram seiscentos reais e na época ainda morava na casa dos meus pais, sem precisar pagar as contas e podia direcionar todo o meu dinheiro para as minhas “brusinhas”. Lembro, também, de quando viajava e esperava a hora das compras como a “melhor parte do dia"! Lembro que olhava para armário lotado, mas enxergava um certo vazio. Lembro de viver assim por um tempo e tudo bem. 
Lembro também que olhava para minhas sete portas de armário, 40 pares de óculos, mais de 50 de sapatos, e que aquilo não fazia mais sentido pra mim. Veio a ideia do bazar, de fazer a energia girar e doar. Lembro que a primeira experiência veio junto com uma dor, pois foi difícil me desfazer de certas coisas. Apego! Falsas crenças de que um dia eu iria usa-las ou de que eu poderia precisar de alguma delas. Para o quê mesmo??? Até hoje eu não sei... Lembro quando, no segundo bazar, realizei que a “dor” do apego foi substituída pelo prazer de ver alguém dando u...

Please reload

Posts Em Destaque

I'm busy working on my blog posts. Watch this space!

Please reload

Arquivo
Please reload