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Minimalismo

May 14, 2019

Nem tanto ao céu e nem tanto a terra. Começo esse texto assim, pois não gosto de extremos, apesar de o assunto em pauta tratar de um. O minimalismo é um movimento cuja principal premissa é se livrar do excesso. Desafiador, não é mesmo? Em um momento saturado de informação e estímulos vindo de todos os lados, saber o que é realmente necessário e resistir ao desejo de tanta coisa disponível parece uma realidade muito distante. Para a maioria ainda é, mas para alguns, não. 
Ninguém adere ao minimalismo por imposição. Não adianta tentar convencer ninguém. A consciência precisa ser despertada. É uma busca. Está ligada ao autoconhecimento. Saber diferenciar o que você quer do que você precisa. Simplificar, pausar. Organizar a desordem interna e externa causada por esse bombardeio de informações e provocações que nos instigam a ter algo para preencher espaços em nossas vidas e casas que não serão utilizados. Preencher com o quê mesmo? Nesse sentido, o minimalismo é o despertar da consciência de que a felicidade não está em ter e sim em ser. Ela surge como uma necessidade para sobreviver a saturação de oferta a que somos expostos diariamente. 
Entendam, a culpa não é da oferta. Vivemos em um mundo capitalista. Precisamos consumir. Não é aí que mora o “problema”. Precisamos é nos questionar. As pessoas não questionam. Reagem aos estímulos na inércia e esquecem que temos o principal: OPÇÃO. Liberdade é isso. Escolher o que consumir e como consumir. Compre, tenha bens, mas use. Saiba a razão pela qual aquilo está presente na sua vida. Que seja por motivos reais e não para preencher o ego ou ocupar espaços na casa ou no coração deixados por vazios que jamais serão ocupados. Ao invés de acumular, reorganize. As ideias, as roupas, os objetivos. Compre sim, mas seja criterioso, inclusive com as informações e energias que leva para dentro de casa. 
Não são as empresas e os publicitários culpados pelos excessos em nossas vidas, somos nós e a nossa incapacidade de nos conhecer e buscar sentido em nossas vidas para saber o que realmente nos falta. 

O wake up call do minimalismo ou de uma forma mais leve de viver acontece de diversas formas. Não existe regra, idade ou momento certo. Ela simplesmente acontece pela necessidade de uma situação extrema ou pela consciência pré conseguida de dar mais valor às experiências do que ao que é material. Trabalhe, trace metas, pague as contas, consuma, mas com sabedoria. Sem esquecer aquela conhecida e velha afirmativa que diz: “As melhores coisas da vida não são coisas”. Não é o que você tem que te fará feliz e especial e nem um acumulo de coisas que manterá viva a lembrança de alguém ou algum momento vivido. As experiências compartilhadas, o legado que você deixa no mundo e a diferença que você faz na vida das pessoas que te cercam, sim. 
Love love love, Lu. #embuscadanossamelhorversão

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